O silêncio dentro da sala parecia mais pesado do que qualquer desabamento que haviam enfrentado.
A palavra permanecia sobre o documento.
SUJEITO L.
Arthur ainda segurava a folha.
Mas não conseguia continuar lendo.
Não porque não queria saber.
Porque, pela primeira vez, tinha medo da resposta.
Lívia observava o próprio nome escrito em uma linguagem técnica.
Como se ela fosse uma equação.
Um problema.
Uma experiência.
E não uma pessoa.
Arthur percebeu a mudança no olhar dela imediatamente.
Aproxi