A mensagem permaneceu na tela.
Simples.
Branca.
Impossível.
Olá novamente.
Ninguém respirou.
Ninguém falou.
Ninguém sequer se moveu.
Porque todos estavam tentando processar a mesma pergunta:
Novamente?
Arthur foi o primeiro a quebrar o silêncio.
— Isso é algum tipo de gravação?
A voz saiu mais baixa do que ele pretendia.
Mais cautelosa.
Como se temesse ouvir a resposta.
Gabriel não respondeu imediatamente.
Os olhos estavam fixos na tela antiga.
No terminal que, segundo toda lógica possível, dev