O elevador continuava descendo.
E descendo.
E descendo.
Como se estivesse atravessando camadas inteiras de um mundo que ninguém deveria conhecer.
Lívia perdeu a noção do tempo depois dos primeiros minutos.
Não havia janelas.
Não havia qualquer referência visual.
Apenas paredes metálicas.
Luzes frias.
E o som constante dos mecanismos empurrando todos cada vez mais fundo.
Ou talvez para algum lugar completamente diferente.
A observação de Gabriel ainda ecoava na mente de todos.
"Isso não é Atlas.