O som das portas travando percorreu o laboratório inteiro como uma sequência de disparos metálicos.
Uma após a outra.
Selando corredores.
Bloqueando acessos.
Redefinindo o espaço.
Arthur ergueu a cabeça imediatamente.
— Não. Não, não, não…
Ele avançou até o painel lateral e tentou liberar o corredor principal.
Nada respondeu.
As luzes mudaram novamente.
O branco frio do laboratório foi substituído por um tom vermelho pulsante.
Emergência.
Mas aquilo não parecia protocolo humano.
Parecia estado