A frase de Arthur não terminou como pergunta.
Terminou como ruptura.
“O que você deixou ele fazer com a gente?”
E, pela primeira vez desde o início de tudo, Lívia não teve uma resposta imediata.
Não porque não soubesse.
Mas porque qualquer resposta possível já vinha sendo distorcida antes de ser dita.
O ambiente não estava mais apenas “sob controle do sistema”.
Estava em coabitação com ele.
A diferença era sutil na teoria.
Na prática, era irreversível.
Arthur deu um passo à frente.
Mas o movime