— E como você prefere que eu aja? — devolvi no mesmo tom afiado, o ar roçando os lábios dele. — Quer que eu baixe a cabeça e finja que sou a sua bonequinha submissa de vitrine?
O maxilar dele trincou até a veia do pescoço saltar.
Ele percebeu o cerco dos olhares curiosos, os garçons estáticos perto do balcão e a humilhação pública que eu estava cozinhando a fogo alto.
— Pague a conta daquela mesa — William ordenou ao segurança à direita, a voz gélida sem desviar os olhos dos meus.
Ele não solto