O hospital parecia mais silencioso naquela noite.
Silencioso demais.
Lívia estava sentada na cadeira ao lado da incubadora, com as mãos apertadas uma contra a outra. Os dedos estavam frios. O coração batia rápido. Cada segundo parecia durar uma eternidade.
O bebê respirava de forma fraca, mas constante.
Ela observava cada pequeno movimento, cada som quase imperceptível vindo das máquinas. A luz suave do monitor refletia no vidro, criando sombras estranhas no quarto.
Sombras que pareciam observa