Capítulo 25
O perfume de Débora era doce demais, invasivo, e o beijo dela buscava uma entrega que Samuel simplesmente não conseguia oferecer. Enquanto as mãos da assistente subiam pelo seu peito, abrindo os botões de sua camisa com uma pressa possessiva, a mente dele trapaceou.
Ele não via Débora. Ele via os olhos nublados de Lia. Ele não sentia o toque treinado da assistente; ele sentia o rastro do dedo trêmulo de uma garota bêbada traçando o contorno de seus lábios e chamando-o de "lind