Collin Blackwood
A manhã estava fria, com uma brisa cortante vindo do leste, mas, ao mesmo tempo, havia algo no ar que parecia prometer mudança. Eu podia sentir o peso do tempo se arrastando, como se o universo estivesse nos observando, aguardando o momento certo para nos revelar o próximo passo.
Sophie ainda estava na cama quando acordei. O quarto estava silencioso, exceto pelo som suave da respiração dela, e eu me peguei observando-a por um instante, absorto na tranquilidade daquele momento.