Já no quarto com Denise e a filha, uma enfermeira auxiliava a sua esposa que estava amamentando sua bebê.
Ele se aproximou das duas, quando a enfermeira saiu de perto.
— Ela se parece tanto com você, amor. — Denise dizia, olhando sua pequenina em seus braços, seus olhos estavam cheios de lágrimas. — Não posso acreditar que ela está aqui, nós conseguimos.
— Você conseguiu. Isso que você quer dizer, não é mesmo? Porque se fosse depender de mim, estaríamos perdidos. — Saulo corrigiu. — Nunca pensei que você fosse tão forte assim, eu não tenho palavras para descrever tudo isso.
— Nem eu, amor, nem eu!
Ela se lembrou das dores e de como apertava a mão do marido, nas horas que achava que não iria conseguir, também acabava morrendo de rir quando Saulo desmaiava e isso acabou ajudando um pouco a esquecer a dor no momento.
Após algumas horas, Oliver e Aurora chegaram.
— Que coisinha mais fofa, Denise. — Aurora e Oliver babavam na pequena bebê que dormia lindamente. — Tão cabeludinha. — Ressalt