Parte 2 – Capítulo CXIII – Adoração Profana.
Sean
O sorvete derrete, o bolo some, mas a intensidade entre nós só cresce. Nossos corpos se reconhecem, se desejam, sem precisar de palavras. Cada toque, cada respiração, cada movimento constrói o mundo que só nós dois habitamos.
Suas unhas escavam minhas coxas enquanto desfiro leves palmadas. Minhas mãos dançam por suas costas, desenhando um mapa do prazer. Meus dedos escorregam dento dela, tão quente, a explorando, e ela geme baixo, delirante, enquanto minha boca persegue beijos por sua nuc