Cayo
Cara, já tô até me acostumando com o cheiro de mijo e desespero, com o gosto de comida estragada, com o barulho dos portões rangendo.
Minha mente virou uma pedra.
Nem penso mais na Analu direito, é só uma dor surda aqui no peito, que eu ignoro. O meu futuro? É o Zyon.
Só o Zyon.
O resto eu quero que se foda.
Tô no pátio, tomando um sol que não aquece porra nenhuma, quando um dos guardas me chama.
— Cayo! Recepção!
Meu coração dá um pulo. Visita? Mas não é dia de visita. A Gabi veio onte