Sofia Bellandi
Augusto me mantinha presa em seus braços.
Eu estava mais mole que gelatina. Não era exagero. Se aquele homem me mandasse levantar e andar sozinha, provavelmente eu beijaria o chão antes de alcançar a porta.
— Vamos tomar um banho? — perguntou, depositando um beijo na minha testa.
Eu queria permanecer ali junto dele. Mas estava um horror. Suada, melada e, quando tive coragem de conferir a situação entre minhas pernas, encontrei manchas de sangue. Ótimo.
A cena do crime estava com