CAP. 162- Dominic Ferraro precisa deixa-la ir
POV: LORENZO FERRARO
Acordar no dia seguinte foi o teste definitivo da minha sanidade. A escuridão do porão em Mundra havia sido substituída por uma claridade hospitalar que feria meus olhos, mas a dor... a dor era a única coisa que permanecia constante. Cada centímetro do meu tronco parecia estar sendo repuxado por ganchos de aço aquecidos. A facada de Bellini não tinha apenas rasgado carne; ela tinha violado a minha estrutura. Para conseguir sair daquela cama e encarar o jato de volta para a