CAP. 116- Mas eu era o monstro, e monstros não param só porque a vítima está cansada.
(POV: DOMINIC)
— Você queria um monstro? — rosnei, o suor pingando do meu queixo no peito dela, misturando-se ao suor e às lágrimas que ela tentava esconder sob a máscara de ódio. — Pois o monstro acabou de acordar, principessa.
Beijei a boca dela com uma carência que me traía, chupei seus lábios e os mordi de leve, sentindo o gosto metálico. Passei as mãos pelos seios, pela barriga e depois voltei para seus cabelos, beijando sua testa, a ponta do nariz, o queixo e as bochechas.
Que merda eu es