A viagem de volta para casa foi um borrão de silêncio e tensão. Nicholas dirigia com uma fúria contida, os nós dos dedos brancos no volante. Clarisse, encolhida no banco do passageiro, sentia o coração martelar contra as costelas, o medo gelado percorrendo cada fibra do seu corpo. Ela sabia que a noite seria longa, e que a sua resistência estava prestes a ruir.
Assim que o carro parou em frente à casa, Nicholas desligou o motor com um solavanco e virou-se para ela, os olhos escuros de raiva. — V