Os dias seguintes foram um borrão de dor e isolamento para Clarisse. O hematoma em seu rosto era um lembrete constante da violência de Nicholas, e a vergonha a impedia de sair de casa. Ela inventava desculpas para Isabella, para a escola, para o mundo. Apenas Gabriel, que a visitava diariamente, sabia a verdade, e a sua culpa era palpável.
Clarisse se escondia em seu quarto, as cortinas fechadas, o mundo exterior reduzido a um sussurro distante. Ela se sentia presa, encurralada entre a violência