O som metálico da tranca correndo no quarto de Alice permaneceu ecoando na minha mente muito depois de o silêncio ter retornado ao corredor. Dei um passo à frente, com o peito apertado e a respiração curta, e apoiei a testa contra a madeira fria da porta dela. A sensação de impotência era um soco direto no meu orgulho.
— Alice, abre essa porta — chamei, batendo com os nós dos dedos, a voz saindo num sussurro rouco e urgente. — Por favor. Nós precisamos terminar de conversar. Eu não vou consegui