Sob o manto da noite, o carro esportivo prateado deslizava veloz como um fantasma.
Íris, sentada no banco do passageiro, olhava para a frente com serenidade, plenamente consciente de que Kauan, ao volante, não era exatamente boa companhia e que a noite prometia armadilhas, mas ainda assim se mantinha tranquila, como se estivesse em total controle da situação.
Ela não tinha certeza se lidaria bem com os outros, mas sabia manusear Kauan, cujo desejo o cegava, com vasta experiência.
A música que