O elevador se fecha atrás de Isadora e sinto um peso estranho no peito. Não é a ausência dela que incomoda, mas o que a presença dela provoca em mim: memórias fragmentadas, sensações que ainda não consigo identificar, mas que me puxam na direção dela. Respiro fundo e tento me convencer de que estou ali para trabalhar, que esse relatório precisa ser memorizado, mas a minha mente insiste em vaguear para o que aconteceu ontem à noite. Os beijos dela, o toque, a proximidade… tudo parece gravado n