A sala privada ainda cheirava a desejo e seda. O incenso queimava lento em um canto, misturado ao perfume doce que ainda dançava no ar, resquício de uma noite intensa. Irina permanecia deitada de lado sobre a cama larga, a camisola jogada a um canto e o corpo coberto apenas por uma manta de cetim fino. O olhar perdido no teto ainda exibia vestígios do que havia acabado de acontecer.
Evan.
Ela sentia o nome vibrar dentro do peito como uma batida descompassada. Não conseguia explicar. Era mais do