A fachada do pub brilhava com luzes de neon em tons púrpura e âmbar, refletindo sobre a calçada ainda úmida pela chuva do fim da tarde. Lá dentro, o som grave do baixo vibrava como um coração pulsando forte demais, misturado ao zumbido das conversas animadas, gargalhadas escancaradas e o tilintar de copos.
O nome do lugar, The Velvet Hour, cintilava sobre a entrada como uma promessa não dita: uma trégua. Um espaço entre o que pesa e o que liberta.
Era sexta-feira à noite. E eu precisava mais do