MAYA
O despertar de sábado não teve o som estridente de um despertador ou o barulho frenético do trânsito. Foi silencioso, macio e quente. Levei alguns segundos para processar onde eu estava, mas o cheiro de sândalo e pele limpa me trouxe de volta imediatamente.
Eu estava atravessada na cama de Arthur. Novamente.
Minha perna direita estava jogada por cima dos quadris dele, meu braço esquerdo repousava sobre seu peito largo, e eu podia sentir o movimento rítmico de sua respiração sob a minha