SÔNIA
O gosto da vingança era o melhor combustível para as minhas madrugadas em claro. Há meses eu vinha sendo humilhada, jogada para escanteio por aquela garota ingrata que eu tive o azar de parir. Maya achava que tinha vencido o jogo só porque se casou com um Valente e se trancou em uma fortaleza de dinheiro e guarda-costas. Ela achava que eu ia aceitar as migalhas do seu silêncio enquanto ela desfrutava de uma vida de rainha.
Mas os herdeiros dela seriam a minha passagem de volta para o topo