As mãos de Melinda tremiam tanto quanto as minhas enquanto ela colocava mais uma pedra no parapeito da janela. O sol já estava alto, mas não passava de um reflexo cruel naquele lugar onde o tempo parecia estagnado. Eu ainda sentia o gosto do sangue na boca. O tapa de Don Alexander não tinha deixado só uma marca na pele — ele tinha rompido algo por dentro.
Briana: Ele me bateu, Melinda — confessei em um sussurro trêmulo, sentando ao lado dela. — Me encostou com força, me ameaçou. Disse que vai