A mansão estava estranhamente silenciosa. As cortinas das janelas balançavam devagar com o vento que entrava, já estava escuro, a noite havia chegado, e junto com ela, o medo... A angústia apertava o peito como uma mão invisível, e eu mal conseguia ficar parada.
Andava pela sala, passava os dedos nervosos pelas bordas dos sofás, encarava a porta como se, ao fitá-la com força suficiente, ela pudesse se abrir.
Amber: Suzane, por favor… — a voz da mesma soou tranquila, sentada no sofá com um cob