117. A Verdade por um Fio
Delegacia — Rubens Paiva
— Sinta-se à vontade na sua nova casa, madame. Peço desculpas por não ser o palácio ou a mansão a que está acostumada. Mas é bom ir se adaptando, porque, ao que tudo indica, será sua moradia por muito tempo — diz Garcia com ironia, olhando para Brenda, sentada à sua frente, com o semblante sereno.
— É melhor ir com calma, detetive. Enquanto não houver provas concretas contra minha cliente, esta prisão é considerada arbitrária — afirmo, sério.
— Não sei que prova mais o