HENRY
— Eu já disse que não. Não vou assinar anulação nenhuma.
— Katiana, não me faça perder a paciência.
— Eu não posso voltar para a Rússia e não sou uma refugiada.
— Katiana, precisamos resolver essa... — ela me interrompe batendo a porta do meu próprio quarto na minha cara. Não sei mais o que fazer para convencê-la a assinar os documentos da anulação. Deena me bloqueou de todos os seus contatos e não sei mais o que fazer, sinto que estou beirando a loucura.
Abro a porta do quarto e entro.
—