DEENA
Estou angustiada, ando de um lado para o outro, me sinto culpada. Pobre Henry! Nada tem a ver com a minha vida e foi levado. Esfrego o meu rosto, quente de preocupação. Aperto a ponte do meu nariz e olho para o teto.
— Acalme-se! Você é que é a vítima, esqueceu? — Lana diz, pegando minha mão e fechando meus dedos em volta de um copo de água, que viro todo na minha boca. — Não esqueça que o Sr. Denis é muito rico e pode pagar quantos advogados forem necessários.
Me desespero ainda mais, ao