Laura não esperava que o dia seguinte fosse tão… leve.
O sol entrava pela janela da sala, e pela primeira vez em semanas ela tomou café sem o peso constante de pensamentos embaralhados. James ainda estava ali — na memória, na pele, no olhar que parecia segui-la — mas algo havia mudado.
Ela não se sentia pequena.
Sentia-se no controle.
Vik percebeu antes mesmo que Laura dissesse qualquer coisa.
— Você está estranhamente calma — comentou, encostada no balcão, observando a amiga mexer o café. — Is