Laura entrou no apartamento exausta, a pasta ainda apertada contra o corpo. A música alta de Vik ecoava pelos cômodos, mas não conseguia abafar os pensamentos sobre James McCall. Cada olhar, cada gesto, cada toque — mesmo os mínimos — continuava a ecoar em sua mente.
— Então… como foi hoje? — perguntou Vik, saltando do sofá, olhando-a com aquela curiosidade intensa que só amigas verdadeiras tinham.
Laura suspirou, jogando a pasta sobre a mesa.
— Normal — respondeu, tentando soar indiferente, em