Francine respirou fundo depois de guardar a pulseira na bolsa, como se finalmente tivesse tirado um peso do braço e também da alma.
Malu, que ainda estava meio aborrecida pelo rosto anestesiado, foi se soltando aos poucos.
Elas seguiram pelas lojas, compraram algumas coisinhas pequenas e pararam para um café rápido antes de ir embora.
Francine ainda sentia o incômodo fantasma da pulseira, como se a pele guardasse a lembrança da pressão no pulso. Tentava ignorar, mas não conseguia se livrar da s