No dia seguinte Malu chegou cedo à mansão de Dorian.
Assim que atravessou a porta, Denise praticamente a esmagou num abraço.
— Você faz falta nessa mansão. — disse, com aquele carinho de mãe disfarçada de governanta.
Malu riu, apertando o abraço de volta.
— Obrigada, Denise. Eu também sinto falta de tudo isso.
E não era mentira.
Havia um conforto ali, uma familiaridade que nenhuma vista bonita da varanda do apartamento conseguiria substituir.
Alguns outros funcionários vieram cumprimentá-la, como se ela tivesse voltado de um intercâmbio em Marte.
Malu abraçou, riu, recebeu comentários sobre como “a cozinha nunca mais foi a mesma”.
Tudo aquilo a deixou sorrindo de orelha a orelha.
Francine desceu as escadas nesse exato momento, viu a pequena aglomeração e praticamente arrancou Malu de dentro do abraço coletivo.
— Chega, chega, vão deixar ela mal-acostumada! — disse, puxando Malu pelo braço. — Vamos pra cozinha, antes que eu passe fome.
Entraram juntas, e lá estava Jonas.
Jonas tinha ce