Quando Francine acordou no dia seguinte, o sol já filtrava pelas cortinas, pintando o quarto em tons de dourado.
Ela soltou um suspiro satisfeito e apoiou a cabeça no peito de Dorian, ouvindo o ritmo tranquilo da respiração dele.
— A gente dormiu o dia inteiro, né? — murmurou, ainda meio sonolenta.
— Provavelmente. — Dorian riu baixo, a voz rouca de sono. — Mas pela primeira vez em semanas, dormimos bem. Sem helicóptero, sem sequestro, sem explosão.
— Nem celular. — Francine bocejou. — O meu foi sequestrado junto comigo.
— Melhor assim. — Ele beijou o topo da cabeça dela. — O mundo pode esperar mais algumas horas.
Francine sentou-se na cama, os cabelos desalinhados mal tocando nos ombros.
— Você tá muito romântico pro meu gosto, sabia? — provocou, tentando ajeitar o cabelo com as mãos.
— Deve ser o trauma — brincou ele. — Ou talvez o linho. Essas calças de praia têm um efeito zen em mim.
Ela deu uma risada abafada.
— Fala a verdade, você tá é gostando da vida de luxo à beira-mar.
— Ta