Malu acordou sobressaltada, com aquela sensação ruim no peito. Algo estava diferente.
Ela se virou para a cama ao lado, a de Francine, e o vazio a atingiu como um soco.
A cama estava arrumada, perfeita demais, sem qualquer sinal de quem costumava dormir ali.
Apenas alguns papéis cuidadosamente colocados sobre o travesseiro.
Apressada, correu para a cozinha, esperando encontrar Francine tomando café ou ajeitando algo, mas só havia alguns funcionários distraídos com a rotina matinal.