O quarto de Lucas estava silencioso. A respiração tranquila do menino preenchia o espaço de uma forma que deixava Camila consciente de cada som ao redor. Ela se sentou na poltrona próxima à janela, mas os olhos não descansavam. Cada sombra, cada móvel, cada detalhe parecia falar da presença dele — Adrian — mesmo que ele ainda não tivesse entrado.
O corredor estava escuro, a luz da lua entrando apenas por frestas nas cortinas. O silêncio era absoluto, exceto pelo próprio coração dela, batendo tã