Júlia Davenport
— Dean, para o carro!
— O quê?
— Para. — Coloquei a mão na frente da boca. — Par...
O senti frear, mal consegui abrir a porta, e tudo que estava no meu estomago acabou saindo. Os espasmos violentos doíam, e numa junção com o álcool tudo em mim ardeu, assim como a garganta, o peito.
Minha mente.
Não queria ter que contar para ele. Não assim. Não enquanto não estivesse pronta para que ele soubesse.
Mas que droga! Eu precisava saber o que ele acharia disso. O que faria a respeito,