O carro preto estava estacionado em uma posição estratégica, a poucos metros do imponente portão de ferro da escola em Chelsea. O motor estava desligado, e o silêncio dentro do veículo era interrompido apenas pelo tique-taque suave do relógio no painel e pelo som da respiração ansiosa de Luna.
Ela não conseguia ficar parada. Seus olhos alternavam freneticamente entre o portão fechado e o visor do celular. Cada minuto parecia se arrastar como se o tempo tivesse decidido parar deliberadamente pa