Sebastian travou. Por um segundo infinito, o tempo pareceu congelar no corredor, e a única coisa audível era o som da lenha estalando no andar de baixo. Então, como se uma descarga elétrica o tivesse atingido, ele se levantou em um solavanco.
Ele cambaleou um passo para trás, passando as mãos pelo cabelo, os olhos arregalados e fixos em Luna com uma mistura de negação e horror puro.
— Repete. — ele ordenou, a voz saindo em um tom perigosamente instável. — Repete o que você acabou de dizer, Luna