No dia da viagem, Oliver acorda como se fosse dia de Natal.
Corre pela mansão ainda de pijama, falando sem parar sobre a casa de campo, sobre a neve, sobre o lago que ele tem certeza de que vai estar congelado dessa vez. Conta tudo para quem cruza o caminho — empregados, segurança, até para um vaso no corredor, se fosse preciso.
— Eu vou levar meus brinquedos! E meus livros! E o casaco azul! — ele enumera, empolgado, enquanto Luna tenta acompanhá-lo.
Sebastian observa a cena à distância, enc