Laurie acabava de chegar ao portão de Bonie e apertava Luna contra o peito com tanta força, a dor de ter que se afastar a corroía. A menina dormia tranquila novamente. Aquela paz infantil era o ponto de equilíbrio de Rachel.
— Bonie… — Laurie chamou, a voz baixa, mas carregada de urgência.
Bonie surgiu no batente da porta com a testa franzida, os cabelos presos de qualquer jeito, claramente confusa com a expressão da amiga.
— O que foi? Você está pálida. Aconteceu alguma coisa com o Alexander?