O interior da casa de Valerie era maior do que parecia por fora.
Muito maior.
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O teto desaparecia em sombras, como se não houvesse um limite real. As paredes eram cobertas por símbolos entalhados diretamente na madeira, pulsando em tons fracos de azul, violeta e vermelho. Havia prateleiras cheias de frascos, ossos, penas, cristais, pergaminhos enrolados, crânios pequenos demais para pertencerem a animais comuns.
O ar cheirava a ervas queimadas juntamente a algo metálico.
Sangue seco,