Quando acordei, estava em um quarto privativo elegante no hospital da Suvari Corp, no centro da cidade. Era silencioso, impecável e muito mais chique que qualquer hotel cinco estrelas. O ar tinha um leve cheiro de água sanitária e dinheiro.
Minha mão — sim, a que Gianna pisou — tinha sido reconstruída por algum cirurgião VIP e agora estava envolta em um gesso branco perfeito. Minha garganta ardia menos, embora minha voz ainda soasse áspera, como se eu tivesse engolido cascalho.
Meu pai estava