Quanto mais ela se entregava àquele beijo, mais minha sede por ela aumentava. Era como se o sangue dela cantasse para mim e, se não tivesse renegado minha sede por humanos por tantos anos, seria incapaz de refrear isso agora.
Acreditei que, o mesmo desejo que sentia em meu corpo, Maya sentia no dela. Sabia que minha própria natureza já era um afrodisíaco que a atraia ainda mais para mim, mas também tinha certeza de que, entre nós, não era somente aquilo. Era uma química, algo mais profundo.
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