Eu a observei atentamente, vendo a confusão e o medo dançarem em seus olhos. Maya se levantou e recuou alguns passos, cruzando os braços em um gesto defensivo.
Sua respiração estava acelerada, e seu coração martelava em seu peito como um tambor descompassado. Eu me mantive em silêncio, sem saber como responder à sua pergunta sem a assustar.
— Isso é loucura, Mathias! Lobisomens, vampiros… isso não existe! Não pode existir! — Ela balbuciou, sacudindo a cabeça freneticamente.
— Eu sei que parece