— Uau… — Salivo. Que pau bonito do cacete. — Bate uma internacional pra mim. Imaginação nunca é demais.
Ele gargalha, devasso, sua mão esperta começa o sobe e desce moroso.
— Vou gemer em árabe.
— Allah! Acho excitante.
— Não vou ganhar estímulos? — O pedido soa rouco e penetrante.
— Uma siririca brasileira? Sei que tá molhadinha, Bella.
Um arrepio vagaroso movimenta minha espinha.
— Como sabe que estou molhada?
Mudo de posição, uma que lhe conceda a visão do meu corpo inteiro, e principalmente