Margot desceu do cavalo e abraçou a garotinha, os cabelos negros e lisos macios ao toque. O cheiro de óleos era maravilhoso, espalhava-se pelo vento enquanto ela se movia.
— Você se foi sem se despedir — cobrou ela.
— Perdoe-me, Suzana — Margot ajoelhou-se. — Talvez isso compense um pouco a minha falta de delicadeza.
Estendeu o punho fechado e pôs um monte de doces nas mãos da garota, que mal pôde segurar entre os dedos, seu sorriso encantava na tarde que crescia.
— Você sabe negociar — a garota