O carro avançava pela avenida em alta velocidade enquanto eu tentava controlar a respiração.
Mas era impossível.
Meu coração batia tão forte que parecia querer rasgar meu peito. Cada curva brusca fazia meu corpo se mover no banco, e a sensação de pânico crescia cada vez mais dentro de mim.
As mãos tremiam sem controle enquanto eu puxava a maçaneta mais uma vez.
Trancada.
De novo.
Trancada.
Olhei pela janela escura e reconheci cada vez menos o caminho. Os prédios movimentados com