Ava Narrando
Acordei devagar, ainda meio preguiçosa, com a luz do sol entrando pelas frestas da cortina. Me espreguicei na cama e, quando abri os olhos, ele já estava ali. Sentado na poltrona perto da janela, só de bermuda, sem camisa e sorrindo pra mim.
Sim, sorrindo. E era cedo.
Fiquei alguns segundos encarando aquele homem, tentando entender o que tinha acontecido com o Théo que eu conhecia. O CEO arrogante, frio, direto. Agora parecia leve. Quase carinhoso. É estranho. Estranho demais.
— B