Do lado de fora do edifício, o sol de fim de tarde refletia nos vidros dos carros estacionados. Amaral e Dias desciam os degraus em silêncio. Só quando chegaram ao veículo da polícia, o delegado quebrou o silêncio, coçando o queixo com ar pensativo.
— Então, Dias… o que achou dela?
O investigador olhou para o tablet onde ainda piscavam os últimos registros da análise.
— Nervosa, sim. Mas culpada? Não me pareceu. A rota dela é limpa, o celular estava longe da fazenda no dia do atentado.
Amaral e